“Tudo por vós, meu Deus, quanto faço, quanto digo e quanto penso, em cada respiração minha quero, meu Senhor, dar-vos a alma e consagrar- vos o coração”

No evangelho de hoje todos davam testemunho a seu respeito,  admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: ‘Não é este o filho de José?’ Jesus, porém, disse: ‘Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum.’ E acrescentou: ‘Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio.’ Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram   furiosos. Levantaram-se e o expulsaram da cidade.  Levaram-no até ao alto do monte  sobre o qual a cidade estava construída,  com a intenção de lançá-lo no precipício.  Jesus, porém, passando pelo meio deles,  continuou o seu caminho. Beata Catarina Troiani fez sua caminhada em uma terra distante da sua também e no Egito ela iniciou sua missão salvando almas para Deus e seguindo o que Jesus ensinou que quem fizesse bem aos pequeninos era a Ele que o fazia. E nessa palavra ela também foi uma enviada por Deus que não iniciou a missão na sua Pátria, mas que a estendeu por vários lugares.