“Defino-me Chinelinho das minhas irmãs, pois não quero ocupar os primeiros lugares e preciso exercer a virtude da humildade”.

“Defino-me Chinelinho das minhas irmãs, pois não quero ocupar os primeiros lugares e preciso exercer a virtude da humildade”.

Dizia também aos discípulos: “Havia um homem rico que tinha um administrador. Este foi acusado perante ele de dissipar seus bens. Chamou-o então e disse-lhe: ‘Que é isso que estou ouvindo a teu respeito? Presta contas de tua administração, porque não podes mais administrar meus bens’. O administrador pensou: ‘O que vou fazer, já que meu patrão retira de mim a administração? Para ser lavrador, não tenho saúde… Ficar mendigando, sinto vergonha… Ah! já sei o que vou fazer, para que, despedido da administração, me acolham em suas casas’. Chamou um por um os devedores do patrão e disse ao primeiro: ‘Quanto deves a meu patrão?’ Respondeu: ‘Cem barris de azeite’. Disse-lhe o administrador: ‘Toma tua fatura, senta-te depressa e escreve: cinquenta’. Depois disse ao outro: ‘E tu, quanto estás devendo?’ ‘Cem sacos de trigo’, respondeu. E disse o administrador: ‘Toma tua fatura e escreve: oitenta’. O patrão louvou o administrador desonesto por ter agido com habilidade. Pois os que pertencem a este mundo são mais hábeis no trato com seus semelhantes do que os que pertencem à luz. Devemos estar sempre prontos para o nosso encontro com Jesus, e este encontro, na verdade, acontece todos os dias, quando ele vem até nós na pessoa dos fracos, dos pobres, dos oprimidos, dos excluídos, dos necessitados, enfim, de todos os que não são amados, são rejeitados pela sociedade e precisam de alguém que manifeste o amor que Deus tem por eles. Beata Catarina Troiani jamais esmoreceu e quando chegou o final de sua caminhada ela serenamente estava pronta a se entregar, pois sabia que tinha feito seu melhor durante sua missão e que tinha deixado para trás rastros da paz e do bem espalhadas no coração de muitas crianças que ela auxiliou pelo caminho.