“Não, eu não sou mais do mundo, mas de Deus e quero me consagrar toda a Ele”.

“Não, eu não sou mais do mundo, mas de Deus e quero me consagrar toda a Ele”.

Caminhavam com Jesus numerosas multidões. Voltando-se para elas, disse: “Aquele que vem a mim e não tem maior amor a mim do que a seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos, suas irmãs e até a sua própria vida não pode ser meu discípulo. Aquele que não carrega sua cruz e não me segue não pode ser meu discípulo. Quem de vós, com efeito, querendo construir uma torre, não se senta primeiro para calcular os gastos e ver se tem o suficiente para concluir a obra? Para não suceder que, colocados os alicerces e não podendo terminá-la, todos os que o virem comecem a zombar dele, dizendo: ‘Vede o homem que começou a construir e não conseguiu terminar!’ E qual é o rei que, partindo para a guerra contra outro rei, não se senta para examinar se com dez mil homens pode enfrentar aquele que vem contra ele com vinte mil? Se não, envia mensageiros para negociar a paz, enquanto o outro ainda está longe. Assim pois, aquele dentre vós que não renunciar a todos os seus bens não pode ser meu discípulo. O amor de Deus por nós é tão grande que faz da nossa inutilidade fonte de santificação e de vida nova, não só para nós mesmos, mas também para toda a Igreja, para todas as pessoas. A humildade sempre se fez presente na vida de nossa Beata Catarina. Ela viveu para servir e servia com humildade, fazia o bem e levava a paz por onde passasse sempre glorificando o nome de seu Senhor sem nunca tirar proveito próprio de nenhuma situação. E ela renunciou a tudo para ser a serva do Senhor e trazer a paz e o bem às crianças que tanto necessitavam de auxílio e acolhimento.