“Vou viver sempre como irmã, escondida e esquecida por todos, conhecida só pelo Senhor.”

“Vou viver sempre como irmã, escondida e esquecida por todos, conhecida só pelo Senhor.”

Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para ouvi-lo Os fariseus e os escribas o criticavam dizendo: “Este homem acolhe os pecadores e come com eles”. Jesus contou-lhes, então, esta parábola: “Quem de vós, se tiver cem ovelhas e perder uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, para ir procurar a ovelha perdida até encontrá-la? E, achando-a, coloca-a sobre os ombros, cheio de alegria, e, voltando para casa, convida os amigos e os vizinhos, dizendo-lhes: ‘Alegrai-vos comigo, porque encontrei minha ovelha que estava perdida’. Eu vos digo: assim também haverá maior alegria no céu por um só pecador que se converte do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão. Ou então, qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a lâmpada e varre a casa, procurando com cuidado até encontrá-la? E, encontrando-a, chama as amigas e as vizinhas e lhes diz: ‘Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido’. Deste modo, eu vos digo, haverá alegria entre os anjos de Deus por um único pecador que se converte”. Beata Catarina Troiani vivia uma vida de fidelidade e de amor ao seu esposo Cristo nu crucificado e dessa forma ela sentia que jamais estava sozinha, pois tinha Deus em seu coração e durante toda sua caminhada. A cada vez que ela ajudava uma criança necessitada, abandonada, ela sabia que ali se encontrava Jesus e que ao fazer para ela, era o mesmo que fazer a seu esposo e isso trazia imensa alegria ao seu coração. E compartilhava com suas irmãs franciscanas a alegria de poder executar a missão que Deus enviara.